


Adrenalina à flor da pele
O arvorismo é uma modalidade de esporte de aventura, no sítio Caminho da Serra praticado em eucaliptos de no mínimo 9 metros de altura, que servem de infra-estrutura para o circuito acrobático nas copas das árvores, proporcionando ao participante além de um contato intimo com a natureza, muita adrenalina e aventura. Trilhas, passarelas, escaladas sobre redes, caminhadas sobre cabos de aços, travessia de pontes suspensas e deslizamentos em tirolesas, são algumas das atividades oferecidas pelo arvorismo
Ao todo, 25 atividades suspensas de até 13 metros de altura e uma tirolesa de 220 metros, levam o participante a ter a certeza de que esse esporte não é competitivo, mas um desafio e uma oportunidade para testar seus limites.. A prova tem em média a duração de 2 horas, sendo que o equipamento utilizado para a prática do arvorismo (cadeirinha, mosquetões, roldana, corda, capacete e luvas) é o mesmo utilizado para práticas verticais como rapel e escalada. A segurança é garantida por uma corda denominada “solteira”, que liga a cadeirinha do praticante a uma polia que fica presa ao cabo de aço.
Por se tratar de um esporte de aventura em altura, cada monitor possui um número limitado de pessoas que ele acompanha. Há um limite de, no máximo, sete participantes por sessão. Para a realização desse esporte, é preciso contar com profissionais especializados em técnicas verticais e de resgate, além de uma equipe de apoio que controla todo o circuito.
Antes da realização da atividade é preciso assinar um termo de responsabilidade, declarando que o participante está saudável e apto à pratica do esporte. Automaticamente é feito um seguro de vida, garantindo que enquanto estiver dentro da propriedade estará assegurado.
Colocado o equipamento no participante, inicia-se o treinamento com informações técnicas sobre o uso e segurança dos mesmos e a prática das atividades
Procedimento
O arvorismo consiste em um circuito de três seções com 07 atividades cada, onde o participante vai de uma plataforma a outra, com níveis de dificuldades progressivas. Ao final do circuito, o participante faz um vôo de 200 mts na giga tirolesa. Temos como missão oferecer um produto com total segurança para os praticantes, com uma visão de muito profissionalismo que a prática do esporte exige, no que se refere à manutenção dos equipamentos, infra-estrutura e formação dos monitores.
O arvorismo é um esporte de aventura que oferece atividades para todas as idades e qualquer pessoa pode participar, desde que tenha acima de 1,50 metros de altura. Já menores de idade participarão somente acompanhados pelos pais ou responsáveis.
Além de muita adrenalina e diversão, o arvorismo explora conceitos comportamentais como: desafio de limites, autocontrole, liderança, cooperação, autoconfiança, sendo também uma excelente ferramenta para treinamentos empresariais, além de muuuuuuuuita adrenalina.
EQUIPAMENTOS USADOS NAS ATIVIDADES VERTICAIS
CAPACETES
– Capacetes brancos Montana – usados pelos condutores
– Capacetes amarelos Montana – usados pelos clientes
– Capacetes pretos (infantil) Montana – usados pelas crianças
CADEIRINHAS
Cadeirinhas Kailash
Cadeirinhas Conquista adulta e infantil
deirinhas infantil Beal (peitoral)
– Cadeirinhas Rock peitoral
MOSQUETÕES
Mosquetão 8 KN
Mosquetão 6 KN
Mosquetões HMS com rosca 22 KN
Mosquetão de aço 35 KN
POLIAS – FREIOS- SEGURANÇA
Polias dupla Petzl
Freios (oito) 30 KN
Freio ATC
Grigri
Mini trakson
Ascensores
Cordas dinâmicas
Corda vermelha/amarela/preta para seguran.
Estribo de cordoletes
Cordins azuis
- Cordoletes vermelhos e azuis de 4,6 e 8 mm
- Cordoletes azuis
Fitas azuis
LUVAS
Luvas de linha, de couro s/ dedos
- 02 (GG)
- 02 Sem dedos azul (M)
Manutenção e Montagem: Alaya (www.alaya.com.br)
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Seção de Treinamento
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Seção 1
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Seção 2
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Seção 3
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Tirolesa (200 metros de comprimento)
Atividade realizada somente com agendamento |
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Tirolesa Infantil (120 metros de comprimento)
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Primeiro um pouco de história.........
Origem:.
Este jogo foi inventado em 1936 durante a Guerra Civil Espanhola pelo galego Alejandro Campos Ramirez Finisterre durante sua convalescência em um hospital de Valência na Espanha, proveniente de acidente provocado por uma bomba , tal como crianças e outras pessoas que, amputadas ou não, se recuperavam de acidentes. Ao perceber que os internos se ressentiam pela dificuldade de desenvolver qualquer tipo de atividade lúdica, aproveitando sua habilidade no tênis de mesa e seu gosto por futebol, desenvolveu um brinquedo onde se faziam as jogadas com as mãos, simulando um jogo de futebol. Naquele Natal, as crianças foram presenteadas com o FUTBOLIN, como o pebolim é chamado na Espanha
O que é
O Pebolim é um jogo inspirado no futebol e tênis de mesa,, que consiste em manipular bonecos que fazem movimentos rotatórios e que são presos a um ferro que se movimenta em uma caixa de madeira simulando um “ jogo de futebol com as mãos” cuja finalidade é marcar o maior nº de gols com uma bola que circula em toda caixa.
Como jogar
Tal qual o futebol, são 11 jogadores/bonecos para cada time, distribuídos em um “ esquema tático de ataque e defesa” cuja tarefa é “chutar” a bola até o gol adversário, através de movimentos de rotação que os jogadores ( 2 pessoas) executam nas barras, com o propósito de fazer o gol e impedir o adversário na sua jogada. O vencedor é definido quando atinge um placar pré-determinado ou em partidas por tempo. Existem regras que regulam as partidas oficiais. O tamanho da mesa pode variar mas há sempre 08 fileiras de bonecos presos às barras – 04 barras para cada jogador ., podendo variar o esquema tático. Normalmente são assim distribuídos:
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1º barra |
goleiro do time A | 01 boneco |
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2º barra |
defesa time A | 02 bonecos |
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3º barra |
ataque time B | 03 bonecos |
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4º barra |
meio de campo time A | 05 bonecos |
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5º barra |
meio de campo time B | 05 bonecos |
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6º barra |
ataque time A | 03 bonecos |
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7º barra |
defesa time B | 02 bonecos |
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8º barra |
goleiro time B | 01 boneco |
Benefícios
- É um jogo que exige muita habilidade e destreza manual – aprimora coordenação motora, reflexos e raciocínio
- Possibilidade de infinitas jogadas de ataque e defesa – desenvolve a capacidade criativa e novas possibilidades de jogadas: qto mais se joga mais se aprende – uma partida não é igual à outra
- Desenvolve a sociabilidade – as jogadas em duplas e pela rotatividade dos jogadores favorece a comunicação e conhecimento de pessoas
- Intergeracional: desde crianças a idosos, sem limite de idade – o que conta é a habilidade e não a força e rapidez
Nomenclatura
Em cada país, o jogo tem um nome diferente:, sendo que no Brasil existem nomes diferentes; sendo o Totó o mais conhecido
Totó - abreviação de toque-toque, como é conhecido no Rio de Janeiro, norte e nordeste do Brasil.
Pebolim - mais conhecido em São Paulo, Paraná e Sul de Minas Gerais.
Fla-flu - mais conhecido em Porto alegre.
Pacau - na região Sul.
PEBOLIM HUMANO
Grande parte da ação criativa acontece pela necessidade de se desenvolver alternativas na solução de problemas ou de buscar novas respostas a velhos problemas.
A possibilidade de receber um grupo de executivos para um treinamento vivencial e que envolvesse todos os participantes, já bastante acostumados a treinamentos, fez com que a Psicóloga e proprietária do sítio Caminho da Serra, Marilim elizabeth Silva Capitanini, desenvolvesse uma atividade inovadora e que ao mesmo tempo pudesse ser incorporada ao treinamento vivencial freqüente no local. Aí nasceu o pebolim humano, inspirado em um jogo inflável mas com grandes diferenças: tamanho do campo, nº de jogadores, regras, matéria –prima utilizada.
É um jogo com 11 jogadores de cada time seguindo o esquema do Quadro 1, em uma área de aproximadamente 200 m2 no sítio Caminho da Serra, onde os jogadores são identificados por coletes nas cores vermelho e amarelo . Eles ficam presos a uma estrutura que permite a locomoção da esquerda para direita e vice-versa, durante os passes de bola. O resultado é o que menos importa, o que conta é a diversão, espontaneidade, encontro de pessoas.
Objetivos a serem alcançados:
O Pebolim humano foi inaugurado no dia 18 de agosto durante a visita de alunos do colégio Jesus Maria José, de Poços de Caldas que aprovaram o campo, chegando a fazer um campeonato.
O Caminho da Serra é aberto a todo público e oferece programas diferenciados a empresas e escolas , com atividades específicas, sempre direcionadas ás necessidades de cada grupo e principalmente, ao desenvolvimento pessoal.
Programas com escolas:
EDUNAT – Educando pela natureza
Atividades de educação ambiental no meio natural, privilegiando conteúdos trabalhados em sala de aula para o desenvolvimento da relação homem/natureza.
Day Camp – Aventura na natureza
Um dia de lazer e descontração com a prática de esportes de aventura e jogos cooperativos.
Era uma vez no sítio... Uma vivência rural
Atividades lúdicas voltadas para a integração dos alunos com o espaço campestre e circuito infantil de aventura.
O TREINAMENTO VIVENCIAL
Os programas de "Outdoor Training" ou "Treinamento Vivencial" consistem em uma série de simulações, exercícios ou atividades com missões e desafios específicos, projetados para pôr a prova e desenvolver as habilidades das pessoas. Essas atividades são geralmente trabalhadas ao ar livre, sem que o clima seja um impedimento. Pode-se construir urna balsa e navegar por um rio em busca de um objetivo específico, neste caso o desafio principal é trabalhar em equipe e conhecer as habilidades das pessoas que estão no seu comando. Pode-se, também, caminhar em um riacho com água até a cintura, completamente cego e guiado por um companheiro - e isto talvez seja urna boa oportunidade para aprender a confiar nos outros.
Está comprovado que as pessoas, mesmo depois de receberem aulas magistrais de determinado tema, à medida que o tempo passa, vão esquecendo-se do que foi aprendido, ou seja, a recordação vai se diluindo com o tempo.
No Treinamento Vivencial é diferente já que a pessoa é protagonista da sua aprendizagem e as decisões, que ela e sua equipe tomam, são fundamentais para o êxito ou o fracasso do desafio que se apresenta É muito comum encontrarmos pessoas que, depois de viverem um processo de Educação Vivencial anos atrás, recordam-se das experiências e do que foi aprendido com elas como se essas experiências tivessem ocorrido ontem. Portando "vivenciar" e "descobrir por si mesmo" são os conceitos-chave para uma real aprendizagem
O Outdoor Training ou Treinamento Vivencial propõe ações de desenvolvimento humano apoiadas em esporte de ¬aventura, geralmente em ambientes naturais. Os impactos sobre a motivação dos participantes são surpreendentemente positivos, pois a assimilação do aprendizado ocorre por vivências, analogias, reflexões e insights.
Atualmente eles são considerados como a abordagem vivencial mais atraente para o corpo e a mente, pois combinam de maneira especial os recursos da natureza, espírito de aventura e o uso adequado de habilidades pessoais na superação dos desafios colocados para o grupo, direcionando a situações concretas enfrentadas no contexto da respectiva empresa.
“Não perca tempo explicando por que uma coisa não pode ser feita. Descubra como pode ser feita.”
O sistema de treinamento ao ar livre parte da idéia de que é preciso criar situações vivenciais análogas às enfrentadas para alcançar os objetivos de uma determinada empresa, para que, com base nessas vivências, os participantes encontrem as respostas comportamentais necessárias. Originado do outdoor training, o Treinamento vivencial ou ao ar livre é um processo educacional que focaliza prioritariamente o ser humano, estimula suas potencialidades por meio de desafios crescentes, ensina a vencer o medo e o valor do trabalho em equipe e mostra como as falhas de comunicação de uma empresa de hierarquia "vertical" podem atrapalhar seu bom funcionamento. Nesse processo de atividades - todas capazes de unir o corpo e a mente -, barreiras são quebradas, sentimentos vêm à tona, soluções são encontradas e desafios, vencidos. Um dos principais objetivos desse método é levar os participantes à reflexão e à consciência de que todos possuímos dentro de nós uma grande fonte de conhecimentos e respostas. Ao enfrentarmos os desafios dos exercícios, encontramos recursos interiores que nem imaginávamos possuir!
O treinamento ao ar livre envolve uma série de atividades que também aguçam os sentidos, exigem a cooperação sutil entre o corpo e a mente e induzem à integração do grupo. Ocorre, na verdade, a organização de uma corrente de cooperação que nasce no interior de cada um e se estende para envolver todos os integrantes do grupo.
Quando esse fenômeno se materializa, a relação positiva entre os indivíduos do grupo tem um crescimento exponencial! Os participantes são motivados a questionar seus antigos paradigmas, a desejar mudanças e a adotar ações afirmativas que os levem a superar desafios. Embora esse processo tenha início no interior de cada um, a força externa do grupo pode ajudá-lo a romper eventuais barreiras psicológicas. Ao vencer os desafios, a pessoa descobre-se outra. O treinamento ao ar livre tem o poder de imprimir, de forma memorável, novos conceitos sobre relacionamento humano e gerenciamento organizacional, e toda a experiência passa a favorecer o relacionamento entre as pessoas no dia-a-dia da empresa. Tudo está fundamentado pelas mais modernas premissas de administração de empresas e recursos humanos.
Quando nos referimos ao Treinamento ao Ar Livre ou Aprendizado ao Ar Livre, precisamos nos perguntar o que é isso. O que o toma uma experiência de aprendi¬zado valiosa? Ele funciona? E, se funciona, como e para quem?
O Aprendizado ao Ar Livre é qualquer atividade de aprendizado, exercício ou simulação que pode ser realizado fora da sala de aula - isto é, fora do ambiente tradicional de aprendizado.
O Treinamento ao Ar Livre pode ser visto como um programa de desenvolvimen¬to profissional contínuo para executivos maduros ou como um recurso para satis¬fazer os desafios especiais de gerência de transição durante a fase de reorganização ou, o que é mais comum, pode ser usado para melhorar a cooperação, desenvolver a autoconfiança, aperfeiçoar equipes e construir a confiança em grupos de treina¬mento ou grupos de trabalho, etc. Os desafios ou atividades são projetados de acor¬do com os resultados que se desejam do programa.
O Aprendizado ao Ar Livre assume imagens diferentes para pessoas muito di¬ferentes.
Será que esse treinamento de alto impacto tem alguma importância nas atitudes dos participantes e em seu comportamento no trabalho? Será que ele afeta os resul¬tados da empresa? Todo esse assunto está aberto a perguntas. Muitos instrutores acreditam que esse tipo de treinamento funciona sim, desde que sejam respeitadas as regras utilizadas para outros tipos de programas de treinamento eficientes. Isso inclui objetivos claros, facilitação especializada, um plano para transferir o conhe¬cimento ganho de volta ao trabalho, avaliação de confiança e acompanhamento.
A maior parte dos programas de Treinamento ao Ar Livre é realizada para au¬mentar a iniciativa da equipe e fazer exercícios de solução de problemas em gru¬po
O Aprendizado ao Ar Livre combina o aprendizado cognitivo com interpreta¬ções subjetivas baseadas nos sentimentos, atitudes e valores dos indivíduos. Os programas mais bem-sucedidos de Treinamento ao Ar Livre apresentam orien¬tações ou introduções muito detalhadas no começo. Todos têm debriefing meticulo¬so com vínculos com o local de trabalho ou qualquer outro que seja apropriado.
Os programas de Treinamento ao Ar Livre, como todos os outros programas, precisam ter objetivos claramente definidos antes do começo do treinamento. Como seres multidimensionais que somos, nossas ações, emoções, afetos, vontades, pensamentos, imagens, autopercepção e os níveis energéticos mais sutis são modificados pelo ambiente em que nos encontramos. Ao ar livre, nossa mente é libertada pelo espaço infinito e o corpo, convidado ao movimento.
No dia-a-dia de uma pessoa sedentária a mente perde o contato com o corpo, e essa dissociação pode afetar as funções orgânicas e a agilidade mental.
A comunicação interpessoal e a expressão da criatividade e dos sentimentos ocorrem por meio de movimentos. Pelos movimentos relacionamo-nos com o outro, aprendemos sobre nós mesmos, quem somos e o que somos capazes de fazer, e conhecemos o meio social em que vivemos.. Por isso, parti¬cipar de um treinamento ao ar livre significa aprofundar a consciência não somente no sentido de conhecer o processo teórico de um problema, mas também o desenvol¬vimento da atividade mental e a construção do movimento corporal correspondente à solução. O Treinamento vivencial permite o aprendizado de novas idéias unindo o corpo e a mente no mesmo processo, cada uma das partes guardando nos neurônios e nas fibras musculares o seu papel no aprendizado. É um exercício de dupla ação que acelera o aprendizado e favorece a memorização de novos conceitos. Se você subir num cajueiro e pegar uma fruta para comer, esse será o caju mais memorável da sua vida, porque a sua mente e o seu corpo uniram esforços para realizar o desejo. Essa descoberta dos neurocientistas também se aplica à preparação de equipes para agir em tempos de mudanças.
No meio ambiente natural a pessoa vive o problema, os exercícios incentivam o livre pensar, a reflexão aberta e a expressão dos afetos, fenômenos que, no ambiente fechado de uma empresa, podem parecer ameaçar a estrutura do poder. Daí aquelas pessoas com seus corpos enrijecidos, rostos constritos, pensa mentos estreitos, gestos comedidos, exercendo o seu "pedaço de poder" na hierarquia da velha empresa. Quando passamos a vivenciar a nossa verdade .estamos não só aprendendo a trabalhar em equipe, mas também a viver em harmonia no local do trabalho.
A proposta do Treinamento vivencial é, sobretudo, incluir no aprendizado humano as coisas simples ¬das propostas complexas, acrescentar a alegria e a celebração da vida no trabalho de cada dia. Transformar o erro no primeiro passo para o acerto, e o acerto, em sucesso. Trata-se de explorar os vastos recursos internos que cada um de nós guarda em nosso legado genético, porque somos descendentes de gente bem-sucedida que lutou e sobreviveu.
Tudo isso faz parte de uma mudança de mentalidade em busca da autoconfiança, da auto-realização, da solidariedade, do trabalho em grupo e de uma maneira positiva de encarar o mundo em eterna transformação.
“UM POR TODOS, TODOS POR UM”
Frase-conceito de Alexandre Dumas no seu livro “Os três mosqueteiros”.
Nada no mundo natural é apenas a soma de suas partes. Ex. você pode quebrar 6 gravetos, um por um, mas se você juntá-los em um feixe, poderão se tornar inquebrantáveis. Se cada membro de um grupo fizer o que sabe fazer melhor, a equipe poderá tornar-se invencível. Esta é a lei que permitiu a sobrevivência da espécie humana até a presente data. As técnicas do Treinamento vivencial reconhecem e procuram resgatar esta força dentro de cada membro do grupo para fortalecer o todo. Lembrem-se:
NÓS APRENDEMOS
- 1% POR MEIO DO PALADAR
- 1,5% POR MEIO DO TATO
- 3,5% POR MEIO DO OLFATO
- 11% POR MEIO DA AUDIÇÃO
- 83% POR MEIO DA VISÃO
NÓS LEMBRAMOS
- 10% DAQUILO QUE LEMOS
- 20% DAQUILO QUE OUVIMOS
- 30% DAQUILO QUE VEMOS
- 50% DAQUILO QUE VEMOS E OUVIMOS
- 80% DAQUILO QUE DIZEMOS
- 90% DAQUILO QUE DIZEMOS E FAZEMOS
“ Ouço e esqueço. Vejo e me lembro. Faço e compreendo”
Confúcio 551-479 a.C.
Os programas de "Outdoor Training" ou "Treinamento Vivencial" consistem em uma série de simulações, exercícios ou atividades com missões e desafios específicos, projetados para pôr a prova e desenvolver as habilidades das pessoas. Essas atividades são geralmente trabalhadas ao ar livre. A metodologia do treinamento ao ar livre parte da idéia de que é preciso criar situações vivenciais análogas às enfrentadas para alcançar os objetivos de uma determinada empresa, para que, com base nessas vivências, os participantes encontrem as respostas comportamentais necessárias. Treinamento vivencial ou ao ar livre é um processo educacional que focaliza prioritariamente o ser humano, estimula suas potencialidades por meio de desafios crescentes, ensina a vencer o medo e o valor do trabalho em equipe e mostra como as falhas de comunicação de uma empresa de hierarquia "vertical" podem atrapalhar seu bom funcionamento. Nesse processo de atividades - todas capazes de unir o corpo e a mente -, barreiras são quebradas, sentimentos vêm à tona, soluções são encontradas e desafios, vencidos. Um dos principais objetivos desse método é levar os participantes à reflexão e à consciência de que todos possuímos dentro de nós uma grande fonte de conhecimentos e respostas. Ao enfrentarmos os desafios dos exercícios, encontramos recursos interiores que nem imaginávamos possuir!
No Treinamento Vivencial a pessoa é protagonista da sua aprendizagem e as decisões, que ela e sua equipe tomam, são fundamentais para o êxito ou o fracasso do desafio que se apresenta e o objetivo principal é para o desenvolvimento humano apoiado em esporte de ¬aventura, geralmente em ambientes naturais. Os impactos sobre a motivação dos participantes são surpreendentemente positivos, pois a assimilação do aprendizado ocorre por vivências, analogias, reflexões e insights.
Atualmente , os esportes de aventura são considerados como a abordagem vivencial mais atraente para o corpo e a mente, pois combinam de maneira especial os recursos da natureza, espírito de aventura e o uso adequado de habilidades pessoais na superação dos desafios colocados para o grupo, direcionando a situações concretas enfrentadas no contexto da respectiva empresa.
Nossos clientes: ALCOA, DANONE, CARRÃO AUTO PEÇAS, PUC POÇOS DE CALDAS, ARYSTA LIFESCIENCE do Brasil, DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS IPIRANGA
EMPRESAS PARCEIRAS:
ALCOA – DANONE- CARRÃO AUTO-PEÇAS – PUC POÇOS DE CALDAS – DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS IPIRANGA
Programas com escolas:
EDUNAT – Educando pela natureza
Atividades de educação ambiental no meio natural, privilegiando conteúdos trabalhados em sala de aula para o desenvolvimento da relação homem/natureza.
Day Camp – Aventura na natureza
Um dia de lazer e descontração com a prática de esportes de aventura e jogos cooperativos.
Era uma vez no sítio... Uma vivência rural
Atividades lúdicas voltadas para a integração dos alunos com o espaço campestre e circuito infantil de aventura.

TREINAMENTO VIVENCIAL DIA 15 DE AGOSTO DE 2009

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COE - Circuito de Operações Especiais |
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